No século XVI, D. Manuel I mandou construir o convento de madeira para a Ordem de São Jerónimo, substituindo-o ligeiramente mais tarde por um de cantaria para 18 monges. No século XVIII, um raio destruiu parte da torre, capela e sacristia. Isto ocorreu pouco antes do fatídico terramoto de 1755, que deixou o convento em plena ruína. O Terramoto de 1755 que devastou Lisboa e os arredores. O mosteiro ou Convento da Pena caiu em ruínas. Apenas a Capela, na zona do altar-mor, com o magnífico retábulo em mármore e alabastro atribuído a Nicolau de Chanterenne, permaneceu intacta.
Pensou, igualmente, em mandar plantar um magnífico parque, à inglesa, com as mais variadas, exóticas e ricas espécies arbóreas. Desta forma, Parque e Palácio da Pena constituem um todo magnífico. O Palácio, em si, é um edifício ecléctico onde a junção de vátios estilos e o movimento dos volumes são uma invulgar e excepcional lição de arquitectura. A obra decorreu rapidamente e estaria quase concluída entre 1847 e 1852, segundo o projecto do alemão, mas com intervenções decisivas, ao nível dos detalhes decorativos e simbólicos, do príncipe. O aparente ecletismo da arquitectura do palácio revela a intenção de fazer dele um catálogo das formas neomedievalizantes e exóticas disponíveis na altura. Do neogótico ao neomourisco, passando por sugestões indianas e pelo inevitável manuelino, tudo ali aparece, segundo um esquema fascinante de bricolage.
Antes de partir para Sintra fui procurar sites com a história do palácio.
ResponderEliminarGostei do vosso blogue e apesar de ter feito uma visita guiada, percebi a grandeza do palácio através de vocês. Amanhã vou ver mais monumentos mas não irei gastar dinheiro nas visitas guiadas.
P.S. Os sítios que recomendam para comer são maravilhosos.